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Nova CNH 2026: o que mudou nos limites de pontuação e como isso impacta as frotas corporativas

3 min de leituraTendências
A partir de fevereiro de 2026, passaram a valer no Brasil as novas regras para o acúmulo de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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As mudanças afetam diretamente condutores corporativos, gestores de frota e empresas que dependem de mobilidade para suas operações.

O novo sistema torna os limites de pontuação variáveis, conforme o histórico de infrações gravíssimas cometidas pelo motorista nos últimos 12 meses — o que exige mais atenção à gestão de riscos e ao comportamento dos condutores.

Segundo o G1, a nova regra determina que o limite de suspensão agora pode ser de 20, 30 ou 40 pontos, dependendo da quantidade de infrações gravíssimas cometidas no período.

A seguir, explicamos cada mudança e mostramos o que sua empresa precisa fazer para se adaptar.

O que mudou na pontuação da CNH?

O Código de Trânsito Brasileiro passou a aplicar um modelo de pontuação mais flexível, penalizando principalmente os condutores que cometem infrações consideradas mais severas.

De acordo com o G1, os novos limites são:

Esse sistema também é confirmado por portais como GCMAIS e ND Mais, que reforçam que a mudança busca diferenciar motoristas ocasionais de motoristas que apresentam comportamento de risco.

E como ficam os motoristas profissionais?

Para condutores que exercem atividade remunerada — incluindo motoristas de app, entregadores e parte das equipes de frota corporativa — a regra é mais flexível:

Segundo o G1, esses profissionais podem, inclusive, fazer um curso preventivo de reciclagem ao atingir 30 pontos, reduzindo o risco de suspensão.

Pontos têm validade?

Sim.

Os pontos passam a contar por 12 meses a partir da data da infração, e depois deixam de ser considerados para suspensão. Essa diretriz aparece tanto no G1 quanto em veículos como GCMAIS.

Infrações continuam categorizadas da mesma forma

A regra de pontuação não altera a classificação das infrações: leves, médias, graves e gravíssimas.

Exemplos apontados pelas reportagens:

Impacto direto nas empresas e nas frotas corporativas

As mudanças reforçam a importância de acompanhar de perto comportamento, histórico e treinamentos dos condutores, pois:

A queda do limite de 40 → 30 → 20 pontos impacta diretamente condutores que acumulam infrações gravíssimas — algo comum em operações intensas de campo.

Programas contínuos de direção defensiva, como os aplicados em diversas empresas de frota, se tornam ainda mais essenciais.

Recursos como alertas de velocidade, frenagem brusca, comportamento agressivo e acompanhamento de rotas ajudam a reduzir infrações e evitar acúmulo de pontos.

Com o novo modelo, políticas de uso do veículo corporativo precisam reforçar:

Exemplo prático usando o novo modelo

Segundo o G1, se um condutor tiver 27 pontos por infrações leves e médias e cometer uma gravíssima, o limite dele cai para 30 pontos — e, ao ultrapassar esse valor, pode ter a carteira suspensa imediatamente.

Ou seja: uma única infração severa muda totalmente o risco jurídico e operacional para a empresa.

Como a Ayvens pode apoiar sua gestão diante das novas regras

A Ayvens oferece ferramentas, serviços e consultoria para apoiar empresas na adequação ao novo cenário, incluindo:

Para monitorar padrões de condução e atuar preventivamente.

Que reduzem drasticamente multas, avarias e comportamentos de risco.

Com controle de vencimentos, status e regularidade dos condutores.

Incluindo políticas internas, relatórios e recomendações comportamentais.

Publicado em 7 de abril de 2026
7 de abril de 2026
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